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Desjudicialização: Caminho para aliviar tribunais e garantir justiça mais ágil

27 Nov, 2025

No passado dia 21 de novembro decorreu, desta vez em Turim, mais uma reunião da Comissão de Assuntos Europeus (CAE), da UINL, precedida, no dia 20 de mais uma edição da Academia Notarial Europeia sob o tópico "Herança Digital na Europa - O destino dos ativos digitais e dos dados após a morte".

Durante a sessão plenária da Comissão de Assuntos Europeus, Filipa Azevedo Maia, Vice-Presidente da Ordem dos Notários e delegada em representação de Portugal, apresentou a atualidade do notariado português.

A desjudiciliazação foi um dos temas de relevo abordados durante a sessão plenária. A discussão desta matéria tem vindo a ganhar destaque em Portugal, refletindo uma tendência que se afirma já ao nível global: transferir determinadas matérias do âmbito judicial para soluções extrajudiciais mais céleres e eficazes, nomeadamente, para a esfera de competência dos notariados dos vários países. Amplamente utilizado internacionalmente, esta forma alternativa de resolução de conflitos já contribui para reduzir a sobrecarga dos tribunais e promover mecanismos que asseguram maior proximidade e eficiência em países como a Eslovénia, Itália, Bélgica, Lituânia, Espanha, entre outros.

No seu discurso de abertura, a Presidente da CAE, Valentina Rubertelli, referiu que o estudo aprofundado efetuado sobre a desjudicialização permitiu concluir que atribuição de novas competências aos notários em diversas áreas do direito tem vantagens muito consideráveis. Parafraseando Valentina Rubertelli, a desjudicialização não constitui uma ameaça, mas sim uma oportunidade: para o sistema de justiça, para o Estado e para os cidadãos. Enquanto o juiz intervém para solucionar litígios, o notário atua para os evitar, esclarecer e salvaguardar direitos; representa, assim, uma justiça mais próxima, humana e consistente.

Reforçar esta abordagem em Portugal é essencial para aliviar os sistemas judiciais e garantir um maior acesso dos cidadãos e das empresas a procedimentos simples, de maior proximidade e sem descurar a segurança jurídica.

A desjudicialização é um processo que visa resolver conflitos e disputas fora do sistema judiciário tradicional, uma matéria na ordem do dia, em ampla discussão no contexto do notariado europeu, constituindo uma vantagem inegável ao contribuir para a redução da carga de trabalho dos tribunais, possibilitando que a sua atividade se concentre em casos mais complexos e importantes e promovendo mais eficiência na justiça, com ganhos significativos para os cidadãos e as empresas.

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Prática Notarial para Colaboradores de Cartório

| 10.03.2026

Encontram-se abertas as inscrições para a Formação Inicial em Prática Notarial para Colaboradores de Cartório (Formação base e de preparação para o Exame de Colaborador Autorizada

 

Este curso destina-se a colaboradores de cartório que pretendam realizar o Exame de Colaborador Autorizado, bem como a todos os profissionais que desejem adquirir ou aprofundar conhecimentos e competências fundamentais na área notarial. Trata-se de uma formação inicial, de carácter estruturante, orientada para a prática e para as exigências técnicas da atividade notarial.

 

A formação será realizada na modalidade à distância, através da Academia de Formação ON, entre os dias 10 de março e 2 de abril de 2026.

Consulte o calendário do curso na Academia.

 

13º Exame para Colaborador Autorizado de Notário

| 11.04.2026

O exame terá lugar no dia 11 de abril de 2026, pelas 10h30, em local a indicar, conforme o número de candidatos inscritos.

A inscrição no exame decorrerá online, através da Academia de Formação ON.

Saiba mais aqui

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