“Ao programarmos uma futura incapacidade estamos a dar excelentes instrumentos, não só aos profissionais de saúde, como, e sobretudo, àqueles que nos são queridos.” Esta é a reflexão do notário Gustavo Pessoa Pinto, no seu mais recente artigo de opinião publicado no Jornal Observador.
No texto, o autor destaca a importância do planeamento antecipado de uma eventual incapacidade, sublinhando que a intervenção do notário pode facilitar decisões difíceis e garantir maior segurança jurídica e pessoal para cidadãos e famílias. Gustavo Pessoa Pinto reforça que a programação antecipada oferece ferramentas úteis não apenas aos profissionais de saúde, mas também às pessoas que nos são próximas, ao permitir que vontades e cuidados sejam expressos e respeitados quando mais necessário.
O artigo completo está disponível no Observador, leia aqui.